Ministro destaca importância da Escola Agrária de Catofe

12/10/2011 14:46 (Governo)

Kibala – O ministro da Agricultura, Desenvolvimento Rural e Pescas, Afonso Pedro Canga, considerou quarta-feira, a abertura da Escola Técnica Agrária de Catofe, no município da Kibala, província do Kwanza Sul, constitui uma oportunidade para a formação técnico-profissional de muitos jovens locais, visando o desenvolvimento das comunidades rurais e combate à pobreza.


Ministro destaca importância da Escola Agrária de Catofe

Kibala – O ministro da Agricultura, Desenvolvimento Rural e Pescas, Afonso Pedro Canga, considerou quarta-feira, a abertura da Escola Técnica Agrária de Catofe, no município da Kibala, província do Kwanza Sul, constitui uma oportunidade para a formação técnico-profissional de muitos jovens locais, visando o desenvolvimento das comunidades rurais e combate à pobreza.

Afonso Canga fez este pronunciamento após a inauguração e visita às instalações da instituição situada a 17 quilómetros da sede municipal da Kibala, destinada a formar técnicos básicos e auxiliares de agricultura, pecuária e recursos florestais, com equivalência de I ciclo do ensino secundário.

“É mais um esforço que se junta a outros do Executivo angolano que visam criar as condições para resolver os problemas das populações em especial os da juventude rural que também aspiram uma vida melhor. Uma das formas mais inteligentes de resolvermos os problemas como desemprego, fome e a pobreza, o êxodo rural é a formação das pessoas. Ensinar-lhes uma profissão. É isso que está a ser feito aqui e em todo o país” .

Na sua óptica, o sector da agricultura e desenvolvimento rural precisa de se desenvolver rapidamente, sendo o papel dos técnicos de capital importância já que irão trabalhar com os produtores aconselhando-os como produzir mais e melhor e como aproveitar os recursos disponíveis na comunidade, no município e na província.

“Os jovens que sairão deste estabelecimento adquirirão as competências, capacidades e habilidades para o exercício da profissão de técnicos auxiliares, pois os cursos têm uma componente prática muito elevada. O país precisa muito de pessoas com estas qualificações para os diferentes programas e projectos quer privados como públicos” .

Igualmente acrescentou que a Escola Técnica Agrária foi construída com recursos financeiros do Estado angolano e afigura-se como um bem social que deve ser respeitado e cuidado por todos os envolvidos no processo de aprendizagem, tendo em vista a preparação de melhores cidadãos para o futuro.

O projecto, executado no quadro do programa social humanitário Angola/Suíça, está orçado em 11 milhões e 893 mil e 773 dólares norte-americanos, constituindo um programa complementar inserido no ensino técnico-profissional nacional.

Ocupa uma área de 42 hectares, 35 dos quais dedicados à actividade agrícola e sete à área urbana onde se encontram instaladas as infra-estruturas de ensino.

O projecto que teve início em Julho de 2010 ficou pronto em doze meses depois, numa execução de uma empresa chinesa.

Tem cinco salas de aulas com uma capacidade máxima para 200 alunos, oficina tecnológica, parque de máquinas, laboratório, sala de informática, refeitório, lavandaria e armazém.

Possui ainda oito casas T2 para professores e directores, com capacidade para 16 técnicos, residência com 12 quartos individuais para funcionários e um internato com uma capacidade para 75 alunos.

Conta com 22 funcionários, entre os quais cinco professores do ensino geral e sete do quadro técnico.

As aulas para o primeiro ano lectivo/2011 tiveram início em Agosto último, estando inscritos 42 alunos em três cursos ministrados na instituição.












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